Seminário Internacional Multirrisco prorroga prazo para envio de trabalhos

O Seminário Internacional Multirrisco, que será sediado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ampliou o prazo para recebimento de resumos expandidos. Agora os pesquisadores terão até o dia 20 de fevereiro para encaminhar suas propostas de trabalho. Os resumos expandidos devem ter até 1000 palavras (sem considerar as referências bibliográficas) e observar os seguintes eixos temáticos: 1) Multirriscos no contexto das mudanças climáticas; 2) Mapeamentos participativos/ cartografia social; 3) Monitoramento e alerta de riscos múltiplos; 4) Comunicação de riscos e mobilização social; 5) Metodologias para aprimorar gestão de riscos e desastres; e 6) Multirriscos e vulnerabilidades socioambientais. Serão permitidos até quatro autores por submissão. O evento ocorre nos dias 10, 11 e 12 de abril e terá a participação de especialistas internacionais e nacionais em palestras e mesas-redondas, além de um workshop, sessão de apresentação de trabalhos e uma visita técnica. A realização do Seminário é do Projeto Multirrisco (UFRN/UFABC/Cemaden), com o apoio da Capes, Ecomuseu de Pacoti e Sociedade Brasileira de Ecologia Humana (SABEH). SERVIÇO: O que? Seminário Internacional Multirrisco Quando? 10, 11 e 12 de abril de 2024 Onde? UFRN, em Natal Informações completas: https://georisco.ufrn.br/evento/seminario-internacional-multirrisco/

Seminário Internacional Multirrisco divulga comissão científica

A fim de dar transparência ao processo de avaliação dos resumos expandidos submetidos ao Seminário Internacional Multirrisco, listamos abaixo os pesquisadores convidados para serem pareceristas: Anderson Geová – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Anderson Sato – Universidade Federal Fluminense (UFF)  Ariadne Sílvia de Farias – Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul (ISAE) Caroline Barros de Sales – Universidade Federal do ABC  (UFABC) Christian Ricardo Ribeiro – Universidade Federal do ABC (UFABC) Cilene Victor – Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) Elise Azambuja – Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Eloisa Beling Loose – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Fernanda Pinheiro da Silva – Universidade Federal do ABC Paulista (UFABC) Fernando Amaral – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)/ Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) Fernando Nogueira – Universidade Federal do ABC Paulista (UFABC) Francisca Leiliane Sousa de Oliveira – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Hamilcar José Almeida Filgueira – Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Isabel Maria Rodrigues de Paiva – Universidade de Coimbra Jander Barbosa Monteiro – Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) João Luis Sampaio Olímpio – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) Luciana Londe – Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) Lutiane Almeida – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Marcelo Moura – Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Mariana Madruga de Brito – Helmholtz Centre for Environmental Research – UFZ Pitágoras José Bindé – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Ricardo Jose Matos de Carvalho – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Silvia Saito – Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) Destaca-se que os integrantes do Projeto Multirrisco não realização submissões de resumos neste evento e que pareceristas externos poderão ser coautores de resumos, pois a designação dos avaliadores ficará sob responsabilidade da equipe do Projeto (a fim de evitar conflitos de interesse).

Melhores trabalhos do Seminário Internacional Multirrisco serão publicados em edição especial da Revista Ecologias Humanas

Com o objetivo de valorizar o trabalho dos pesquisadores e amplificar o debate que será promovido no Seminário Internacional Multirrisco, os trabalhos apresentados no evento poderão ser transformados em textos completos para publicação na Revista Ecologias Humanas. “A ideia é selecionar as propostas que mais contribuem para o debate dos cenários multirriscos para compor uma publicação que fomente as reflexões na comunidade brasileira”, destaca o coordenador-geral do Seminário, Lutiane Almeida. A parceria com a Sociedade Brasileira de Ecologia Humana (SABEH) foi formalizada no início deste ano, com o intuito de colaborar com a disseminação do evento e a do tema em destaque. A comissão científica do Seminário convidará os autores dos melhores trabalhos apresentados em abril, durante o evento, para preparar um texto completo, de 10 a 15 laudas, que integrará a edição especial da Revista, com previsão de publicação em outubro de 2024. O período de submissões de resumos expandidos está aberto até o dia 10 de fevereiro de 2024. Os resumos expandidos (até 1.000 palavras) devem ser enviados em word, com título, cinco palavras-chave e identificação da autoria via formulário de inscrição (https://forms.gle/e88FddAzg5p42kcC6) ou para o e-mail: projetomultirrisco@gmail.com. Aceitam-se resumos em português e inglês, a partir de trabalhos empíricos, teóricos e revisões sistemáticas da literatura. Haverá sessão de apresentação de trabalhos nas modalidades virtual e presencial. Sobre o evento: O Seminário Internacional Multirrisco ocorre nos dias 10, 11 e 12 de abril de 2024, nas dependências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A realização é do Projeto Multirrisco (UFRN/UFABC/Cemaden) e tem como objetivo o aprofundamento do debate conceitual e metodológico sobre como avaliar e gerenciar contextos nos quais múltiplos riscos se sobrepõem e acarretam outras formas. Estudantes, pesquisadores, professores, técnicos e toda a comunidade interessada na área de gestão de riscos são bem-vindos! As inscrições para participação variam de acordo com o perfil: Profissionais e professores: R$ 250,00 Estudantes de pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado): R$150,00 Estudantes de graduação: R$ 50,00 A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Ecomuseu de Pacoti e a Sociedade Brasileira de Ecologia Humana (SABEH) são apoiadores do evento. Mais informações: https://georisco.ufrn.br/evento/seminario-internacional-multirrisco/ Dúvidas: projetomultirrisco@gmail.com

UFRN realiza Seminário Internacional Multirrisco; submissões de resumos estão abertas até o dia 10 de fevereiro

O Projeto Multirrisco (UFRN/UFABC/Cemaden) realiza nos dias 10, 11 e 12 de abril de 2024, nas dependências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Seminário Internacional Multirrisco. A proposta do evento é qualificar e disseminar o debate de ações que abarcam cenários de múltiplos riscos. “Esperamos popularizar e avançar a discussão do que é multirrisco aqui no Brasil, considerando a intensificação de sua manifestação em razão das mudanças climáticas”, afirma Lutiane Almeida, coordenador-geral da iniciativa. O Seminário contará com a participação de especialistas internacionais e nacionais em palestras e mesas-redondas. Além disso, terá sessão de apresentação de trabalhos, online e presencial, e um workshop para colocar em prática possíveis soluções de redução de riscos de desastres. O período de submissões de resumos expandidos está aberto até o dia 10 de fevereiro de 2024. Os resumos expandidos (até 1.000 palavras) devem ser enviados em word, com título, cinco palavras-chave e identificação da autoria via formulário de inscrição (https://forms.gle/e88FddAzg5p42kcC6) ou para o e-mail: projetomultirrisco@gmail.com. Aceitam-se resumos em português e inglês, a partir de trabalhos empíricos, teóricos e revisões sistemáticas da literatura. Sobre o evento: O objetivo central do Seminário Internacional Multirrisco é o aprofundamento do debate conceitual e metodológico sobre como avaliar e gerenciar contextos nos quais múltiplos riscos se sobrepõem e acarretam outras formas. Estudantes, pesquisadores, professores, técnicos e toda a comunidade interessada na área de gestão de riscos são bem-vindos! As inscrições para participação variam de acordo com o perfil: A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Ecomuseu de Pacoti são apoiadores do evento. Mais informações: https://www.instagram.com/georiscoufrn/Dúvidas: projetomultirrisco@gmail.com 

Georisco participa do I Encontro Nacional de Planos Municipais de Redução de Riscos

Na última semana, entre os dias 12 e 14 de dezembro, foi realizado em Brasília o I Encontro Nacional de Planos Municipais de Redução de Riscos (PMRRs), uma iniciativa da Secretaria Nacional de Periferias (SNP), do Ministério das Cidades, para reunir os pesquisadores responsáveis pela elaboração dos planos e representantes dos municípios envolvidos. Vinte municípios e 16 universidades foram selecionados para esta ação, dentre eles Natal e Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O Departamento de Mitigação e Prevenção de Risco, da SNP, estabeleceu cooperação com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o objetivo de fortalecer as políticas públicas de gestão de riscos de desastres. A parceria entre SNP, Fiocruz, universidades públicas e prefeituras objetiva, além de elaborar o PMRR, aperfeiçoar este instrumento de planejamento urbano, revisar a sua metodologia e contribuir com a formação de profissionais na área de mitigação de riscos e prevenção de desastres frente à crise climática.  Aqui na UFRN, o professor Lutiane Almeida, coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco, irá liderar a iniciativa. A cidade de Natal tem um PMRR de 2008, que precisa ser atualizado, considerando as novas condições de exposição e vulnerabilidade das comunidades em risco de desastres. Conforme a Defesa Civil da capital, a tendência é de maior frequência de ocorrência de desastres, com maior magnitude dos impactos. “Áreas do bairro de Mãe Luiza, comunidade do Jacó e entorno das lagoas de captação da Zona Norte da cidade apresentam as áreas de concentração de ocorrência de desastres na cidade”, exemplifica Almeida. O seminário de Brasília contou com mesas-redondas de especialistas na elaboração de PMRRs e oficinas entre os coordenadores dos grupos de pesquisa e representantes dos municípios contemplados com os planos. Para Almeida, a oportunidade foi fundamental: “Aprendemos sobre a complexidade na elaboração de um PMRR, a necessidade de inserir variáveis associadas às mudanças climáticas, a necessária inclusão de inovações científicas e tecnológicas e, principalmente, diretrizes para fazer com que o PMRR de Natal seja participativo do ponto de vista da gestão municipal e das comunidades vulneráveis”.

Ensino desde a realidade geográfica

Ensinar a partir da inserção e vivência dos contextos geomorfológicos. Esta é uma das práticas do professor Lutiane Almeida, coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco, que no início deste mês reuniu 25 estudantes da Licenciatura em Geografia da UFRN para observar de perto estruturas geológicas e formas de relevo, e estudar a paisagem desde seu contexto. Os professores do curso Sebastião Pinheiro da Silva e Francisco Jablinski Castelhano também se fizeram presentes. De 1º a 3 de dezembro, os acadêmicos fizeram um percurso para compreender melhor aspectos que se entrecruzam nos estudos da Geografia. “Aprendemos sobre o clima do semiárido, discutimos sobre as causas e efeitos das chuvas recentes, as formas geológicas presentes nos lugares visitados… foi um aprendizado muito interessante, pois finalmente vimos o que foi passado em sala de aula”, declara Clauber Telles, quem participou da viagem. Já a estudante Aline Alves reforçou a viagem como forma de melhor assimilar os conteúdos aprendidos em sala de aula. “No caso da disciplina de Geomorfologia, por seu caráter técnico, a ida ao campo é fundamental por permitir a visualização mais realista dos diferentes tipos relevo em diversas localidades, percebendo de forma mais significativa os fatores que contribuem para sua modelagem e como cada um deles contribui de forma sistemática para a formação da paisagem”, explica. A primeira parada foi no município de Angicos, ainda no Rio Grande do Norte, na qual a turma pode analisar o Pico do Cabugi, um cone vulcânico que, além de sua beleza, é um exemplo do vulcanismo no Brasil. Na sequência houve a visita à Floresta Nacional de Açu, uma unidade de conservação do bioma Caatinga. “Eu diria que um geógrafo nordestino precisa sentir na pele e observar a paisagem da caatinga com seus próprios sentidos. Aprendemos durante toda a viagem a importância de se preservar a vegetação da Caatinga, assim como sua contribuição ao ecossistema da nossa região”, reforça Telles. A praia e o mangue também foram foco da atividade, onde foi possível identificar dois tipos de falésias, as ativas e inativas. Castelhano aproveitou a oportunidade para tratar dos impactos causados pelos aerogeradores, responsáveis pela energia eólica, convidando a todos a pensar sobre como tal empreendimento afeta a vida das populações locais e o ambiente no qual são instalados. Houve ainda um momento de especial atenção para a identificação dos relevos e das rochas, com a visita ao sítio arqueológico Lajedo de Soledade, que contém a maior exposição de rocha calcária da Bacia Potiguar. Os guias do local falaram sobre as pinturas rupestres, e os costumes e modos de vida dos indígenas que habitavam o local há mais de 3 mil anos. Por fim, o último destino foi a Serra do Martins, na qual foi possível observar uma paisagem de contrastes: de um lado a paisagem mais árida da Caatinga e do outro, uma cobertura vegetal mais verde. Texto: Eloisa Loose Imagem: Mariana Silva

Georisco e Nuped assumem coordenação do Plano Municipal de Redução de Riscos de Natal

Os professores Lutiane Almeida, coordenador do Georisco e do Nuped, Pitágoras Bindé, vice-coordenador do Nuped, e Ricardo Matos de Carvalho, coordenador do Grupo de Extensão e Pesquisa em Ergonomia,  estarão à frente da realização do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR) da cidade de Natal.O Ministério das Cidades, por meio do Departamento de Mitigação e Prevenção de Risco da Secretaria Nacional de Periferias (DPR/SNP), desenvolveu, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Projeto Multicêntrico de Pesquisa-Ação e Inovação para elaboração de Planos Municipais de Redução de Riscos de Desastres – Projeto PMRR. Este projeto busca o apoio das mais renomadas universidades públicas e especialistas do Brasil para a geração de evidências científicas e referencial teórico para avaliação, revisão e aprimoramento de políticas públicas na área de gestão de riscos de desastres. No contexto nacional, o DPR selecionou 16 grupos de pesquisa de universidades públicas no Brasil, de conhecimento destacado e habilidades técnicas evidentes, para elaboração dos PMRRs em 20 municípios com grandes contingentes populacionais vivendo em comunidades expostas a desastres.

Georisco participa de semana de atividades de campo por estados do Nordeste

Na última semana, de 31 de outubro a 4 de novembro, o professor Lutiane Almeida, coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco, liderou uma série de visitas técnicas no âmbito da disciplina “Planejamento Ambiental” do curso de Geografia da UFRN. O professor Francisco Fransualdo de Azevedo, também da UFRN, participou da ação. Integrantes do Georisco participaram da viagem, que passou por cidades do Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão. A proposta foi explorar conteúdos relacionados à interação entre os componentes naturais e as atividades humanas nos diferentes territórios, como o papel da legislação ambiental, principalmente do Sistema Nacional de Unidades de conservação (SNUC), ao visitar o Parque Nacional de Ubajara, no Ceará, e a Área de Proteção Ambiental do Delta do rio Parnaíba, que abrange os estados do Piauí e Maranhão. O debate sobre o uso das águas foi enfatizado na visita à barragem Armando Ribeiro Gonçalves, em Itajá e Açu (RN), e a perspectiva histórica e de planejamento territorial foi ilustrada a partir da cidade de Fortaleza. Almeida destaca a relevância de aulas que levem os estudantes para se confrontar com os problemas reais dos territórios. “Nesses momentos são aprimoradas várias técnicas de apreensão de conhecimento, como a observação direta do ambiente, e a aplicação prática de conceitos e teorias geográficas, o que ajuda a solidificar seu entendimento dos tópicos geográficos”, afirma. A iniciativa proporcionou a 24 estudantes a aplicação de teorias de localização, estudos de paisagem, análises espaciais e interpretação de mapas; o desenvolvimento de habilidades técnicas, como o manuseio de instrumentos e técnicas geográficas, como GPS, cartografia, sensoriamento remoto, geoprocessamento e técnicas de amostragem; e o estímulo à observação crítica, permitindo a compreensão das interações complexas que moldam as paisagens geográficas e a aproximação com as comunidades. “A viagem de campo foi de fundamental importância para nossa formação, principalmente pela dinâmica realizada pelos professores presentes, na qual foi possível integrar os conhecimentos humanos e físicos. Os aspectos naturais da paisagem como relevo, clima, vegetação, solos e hidrografia dialogavam com o uso e cobertura do solo, dinâmica territorial, conflitos agrários e desenvolvimentos das cidades por meio de atividades como o turismo”, destaca o estudante Jeferson Gomes. Na cidade de Fortaleza (CE) foi possível observar os fenômenos que ocorrem em áreas de intensa urbanização, como a verticalização, segregação socioespacial, favelização, agravamento de vulnerabilidades socioambientais e formação de áreas de riscos. Nesta visita, integrantes do Georisco realizaram levantamento, por meio de questionários, sobre aspectos sociais e econômicos, na tentativa de compreender as vulnerabilidades existentes em áreas de risco. Texto: Eloisa Loose Crédito da imagem: Grupo de Pesquisa Georisco

Dia Internacional de Redução do Risco de Desastres

É hoje, dia 13 de outubro! A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1989, a fim de dar visibilidade à prevenção dos desastres. Neste ano o tema da campanha é Combater a desigualdade para um futuro resiliente. A escolha do tema está alinhada com o Marco de Sendai para Redução de Riscos e Desastres, acordo internacional para prevenir e reduzir a perda de vidas, meios de subsistência, economias e infraestruturas básicas. Há uma relação direta entre a desigualdade social e a vulnerabilidade a catástrofes, sendo necessárias medidas para fortalecer as condições de enfrentamento aos desastres. O Projeto Multirrisco e o Grupo de Pesquisa Georisco apoiam ações em prol de sociedades mais resilientes! Ajude você também na promoção dessa mensagem!

Equipe do Multirrisco realiza II Workshop Interno

Na última semana a equipe do Projeto Multirrisco reuniu-se para o II Workshop Interno a fim de debater conceitos pertinentes à proposta. A oficina virtual partiu da exposição dos principais aspectos teóricos e metodológicos de um conjunto de artigos científicos previamente identificados e avaliados pelos pesquisadores do Projeto. A dinâmica ressaltou que há uma série de denominações que atravessam a perspectiva multirrisco e que faltam estudos que partam da realidade latino-americana, sobretudo brasileira. O debate evidenciou a crítica, por parte da equipe, de que já é hora de substituir a governança de um único risco isolado por outra, que considere os efeitos em cascata e a combinação de riscos que agravam a situação de vulnerabilidade das populações afetadas. Para Leiliane Sousa, uma das organizadoras da atividade, “o II Workshop permitiu o avanço na discussão dos artigos que compõe a revisão bibliográfica do projeto e no alinhamento metodológico da pesquisa”. Um dos resultados desta discussão, o glossário do Projeto, está em fase de elaboração e contribuirá para a popularização dos conceitos empregados na iniciativa. Um artigo científico, que engloba esta etapa da pesquisa, também está sendo finalizado. Texto: Eloisa Loose