<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Georisco</title>
	<atom:link href="https://georisco.ufrn.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://georisco.ufrn.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 18:28:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2023/10/Georisco_Branco.png</url>
	<title>Georisco</title>
	<link>https://georisco.ufrn.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>9ª Campanha Nacional #Aprender Para Prevenir – Cidades Sem Risco</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2026/04/13/9a-campanha-nacional-aprenderparaprevenir-cidades-sem-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloisa Beling Loose]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 17:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1432</guid>

					<description><![CDATA[Você quer contribuir para tornar sua comunidade mais segura e preparada para os desafios do clima? Então vem com a gente na 9ª Campanha Nacional&#160;#AprenderParaPrevenir&#160;– Cidades Sem Risco! Neste encontro, vamos compartilhar caminhos e estratégias para que você possa desenvolver ações na sua comunidade, fortalecendo a prevenção de desastres e a adaptação às mudanças climáticas. A iniciativa é fruto da parceria entre a Secretaria Nacional de Periferias, o Cemaden Educação e o Ministério da Educação, com apoio da UFRN (via Georisco), Prefeitura do Natal e Escola Estadual Antônio Fagundes. ✨ Sua participação faz a diferença! 📍 Itinerância Natal / UFRN📅 16 de abril de 2026⏰ 8h30 às 12h30📌 Auditório B – CCHLA/UFRN Garanta sua vaga pelo link na bio ou formulário:https://forms.gle/xVKMGUyGbZyoThxk6]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você quer contribuir para tornar sua comunidade mais segura e preparada para os desafios do clima?</p>



<p>Então vem com a gente na 9ª Campanha Nacional&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/aprenderparaprevenir/">#AprenderParaPrevenir</a>&nbsp;– Cidades Sem Risco!</p>



<p>Neste encontro, vamos compartilhar caminhos e estratégias para que você possa desenvolver ações na sua comunidade, fortalecendo a prevenção de desastres e a adaptação às mudanças climáticas.</p>



<p>A iniciativa é fruto da parceria entre a Secretaria Nacional de Periferias, o Cemaden Educação e o Ministério da Educação, com apoio da UFRN (via Georisco), Prefeitura do Natal e Escola Estadual Antônio Fagundes.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sua participação faz a diferença!</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Itinerância Natal / UFRN<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 16 de abril de 2026<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/23f0.png" alt="⏰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 8h30 às 12h30<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Auditório B – CCHLA/UFRN</p>



<p>Garanta sua vaga pelo link na bio ou formulário:<br>https://forms.gle/xVKMGUyGbZyoThxk6</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Após elaboração do PMRR de Natal, Georisco defende implementação</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2026/01/26/apos-elaboracao-do-pmrr-de-natal-georisco-defende-implementacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Projeto Multirrisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 14:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Georisco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1252</guid>

					<description><![CDATA[Após as chuvas do dia 20 de Janeiro, foi registrada mais uma vez a ocorrência de inundação na Lagoa Jardim Progresso, localizada no bairro Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte de Natal. A inundação atingiu vias e casas, gerando impactos negativos aos moradores que, cansados da recorrência dessa problemática, realizaram um protesto na localidade. A lagoa é uma das lagoas da cidade que costuma inundar com frequência, todos os anos, a cada chuva mais intensa registrada, evidenciando a ausência de medidas efetivas relacionadas à drenagem urbana e à redução de riscos.&#160; A Lagoa Jardim Progresso foi uma das 13 localidades contempladas no Plano Municipal de Redução de Riscos do município do Natal, instrumento apoiado e financiado pela Secretaria Nacional de Periferias (SNP) do Ministério das Cidades (MCID), elaborado entre os anos de 2024 e 2025 pela equipe técnica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), através do Grupo de Pesquisa Georisco e do Núcleo interdisciplinar de Pesquisas sobre Desastres (NUPED), com colaboração da Defesa Civil de Natal, do Comitê Municipal de Gestão de Riscos de Natal e de representantes e/ou lideranças comunitárias das áreas mapeadas. A elaboração do plano consistiu em realizar mapeamento técnico e participativo e diagnóstico de áreas de riscos hidrológicos e geológicos em localidades de maior vulnerabilidade da cidade, como na Lagoa Jardim Progresso, propondo estratégias para o monitoramento e redução dos riscos e para o fortalecimento das capacidades e resiliência municipais no âmbito da Gestão de Riscos e Desastres. O mapeamento participativo contou com caminhadas guiadas na localidade, consultas aos moradores durante as vistorias técnicas e plantões comunitários para mapeamento de riscos e propostas de medidas, oferecendo atividade dinâmica, reflexiva e colaborativa aos participantes. Através do mapeamento participativo foi possível coletar informações ambientais, sociais e históricas sobre a localidade, sobretudo diagnosticar o cenário de risco existente: cerca de 128 domicílios e mais de 400 moradores expostos ao risco muito alto de inundação.&#160; Algumas propostas apresentadas no plano para a Lagoa Jardim Progresso são: vídeo inspeção robotizada da rede de drenagem e manutenções corretivas, desobstrução de rede de microdrenagem por sucção, instalação de bueiros ecológicos inteligentes, execução do aprofundamento da lagoa,&#160; instalação de telas filtrantes na entrada da lagoa, urbanização da lagoa, além de Soluções Baseadas na Natureza (SBN) como jardins de chuva, canteiros pluviais e pavimentação com piso intertravado nas vias do contorno da lagoa.&#160;O plano foi finalizado em agosto de 2025, apresentado em Audiência Pública e entregue à Prefeitura Municipal. Todos os seus produtos estão disponíveis para acesso (https://pmrr.natal.rn.gov.br/). A existência de um Plano Municipal de Redução de Riscos não elimina automaticamente o problema, mas torna inaceitável a sua recorrência sem ações concretas. Quando o risco é conhecido, mapeado e validado tecnicamente, cada nova inundação deixa de ser surpresa e passa a ser resultado da ausência de implementação. Texto: Caroline Sales]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após as chuvas do dia 20 de Janeiro, foi registrada mais uma vez a ocorrência de inundação na Lagoa Jardim Progresso, localizada no bairro Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte de Natal. A inundação atingiu vias e casas, gerando impactos negativos aos moradores que, cansados da recorrência dessa problemática, realizaram um protesto na localidade. A lagoa é uma das lagoas da cidade que costuma inundar com frequência, todos os anos, a cada chuva mais intensa registrada, evidenciando a ausência de medidas efetivas relacionadas à drenagem urbana e à redução de riscos.&nbsp;</p>



<p>A Lagoa Jardim Progresso foi uma das 13 localidades contempladas no Plano Municipal de Redução de Riscos do município do Natal, instrumento apoiado e financiado pela Secretaria Nacional de Periferias (SNP) do Ministério das Cidades (MCID), elaborado entre os anos de 2024 e 2025 pela equipe técnica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), através do Grupo de Pesquisa Georisco e do Núcleo interdisciplinar de Pesquisas sobre Desastres (NUPED), com colaboração da Defesa Civil de Natal, do Comitê Municipal de Gestão de Riscos de Natal e de representantes e/ou lideranças comunitárias das áreas mapeadas.</p>



<p>A elaboração do plano consistiu em realizar mapeamento técnico e participativo e diagnóstico de áreas de riscos hidrológicos e geológicos em localidades de maior vulnerabilidade da cidade, como na Lagoa Jardim Progresso, propondo estratégias para o monitoramento e redução dos riscos e para o fortalecimento das capacidades e resiliência municipais no âmbito da Gestão de Riscos e Desastres.</p>



<p>O mapeamento participativo contou com caminhadas guiadas na localidade, consultas aos moradores durante as vistorias técnicas e plantões comunitários para mapeamento de riscos e propostas de medidas, oferecendo atividade dinâmica, reflexiva e colaborativa aos participantes. Através do mapeamento participativo foi possível coletar informações ambientais, sociais e históricas sobre a localidade, sobretudo diagnosticar o cenário de risco existente: cerca de 128 domicílios e mais de 400 moradores expostos ao risco muito alto de inundação.&nbsp;</p>



<p>Algumas propostas apresentadas no plano para a Lagoa Jardim Progresso são: vídeo inspeção robotizada da rede de drenagem e manutenções corretivas, desobstrução de rede de microdrenagem por sucção, instalação de bueiros ecológicos inteligentes, execução do aprofundamento da lagoa,&nbsp; instalação de telas filtrantes na entrada da lagoa, urbanização da lagoa, além de Soluções Baseadas na Natureza (SBN) como jardins de chuva, canteiros pluviais e pavimentação com piso intertravado nas vias do contorno da lagoa.&nbsp;<br>O plano foi finalizado em agosto de 2025, apresentado em Audiência Pública e entregue à Prefeitura Municipal. Todos os seus produtos estão disponíveis para acesso (<a href="https://pmrr.natal.rn.gov.br/">https://pmrr.natal.rn.gov.br/</a>).<br><br>A existência de um Plano Municipal de Redução de Riscos não elimina automaticamente o problema, mas torna inaceitável a sua recorrência sem ações concretas. Quando o risco é conhecido, mapeado e validado tecnicamente, cada nova inundação deixa de ser surpresa e passa a ser resultado da ausência de implementação.</p>



<p>Texto: Caroline Sales</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em meio à COP-30, pesquisadores lançam livro sobre indicadores de riscos de desastres</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2025/11/10/em-meio-a-cop-30-pesquisadores-lancam-livro-sobre-indicadores-de-riscos-de-desastres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloisa Beling Loose]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1164</guid>

					<description><![CDATA[No dia 19 de novembro, quarta-feira, às 14, ocorre o lançamento virtual da coletânea “Indicadores de riscos de desastres no Brasil&#8221;, organizada pelos pesquisadores Lutiane Almeida e Silvia Saito, referências nos estudos de riscos e desastres. A live será feita pelo canal do @georiscoufrn, pelo YouTube, e contará com a presença do pesquisador Francisco Mendonça, geógrafo e climatologista de renome internacional, que prefaciou o livro. O livro contribui para diminuir uma lacuna histórica sobre a necessidade de discutirmos os riscos de desastres (e não somente os desastres), buscando destacar o papel da prevenção em contraponto à remediação dos impactos dos desastres no Brasil. Além disso, permite avançar na construção de uma cultura preventiva, tão necessária em tempos de intensificação de eventos climáticos extremos. Lançado em meio à realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-30, realizada pela primeira vez no nosso País, a proposta é oferecer subsídios para qualificação acadêmica, técnica e política sobre a construção social, territorial e ambiental dos riscos de desastres, levando-se em conta a realidade brasileira. “O livro não é apenas volumoso (são quase 800 páginas) em textos acadêmicos e técnicos, mas também traz uma variedade gráfica (fotos, mapas, imagens) que contribui para a compreensão mais robusta sobre a complexidade dos riscos e desastres”, pontua Almeida, um dos organizadores. SERVIÇO: O que? Lançamento do livro “Indicadores de riscos de desastres no Brasil&#8221; (Editora da UFRN) Quando? Dia 19/11/2025, às 14 horas Onde? Canal do Georisco no YouTube (@georiscoufrn)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="724" height="1024" src="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/11/Capa-do-livro-724x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1165" style="width:438px;height:auto" srcset="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/11/Capa-do-livro-724x1024.jpg 724w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/11/Capa-do-livro-212x300.jpg 212w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/11/Capa-do-livro-768x1087.jpg 768w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/11/Capa-do-livro-1086x1536.jpg 1086w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/11/Capa-do-livro.jpg 1357w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></figure>



<p>No dia 19 de novembro, quarta-feira, às 14, ocorre o lançamento virtual da coletânea “Indicadores de riscos de desastres no Brasil&#8221;, organizada pelos pesquisadores Lutiane Almeida e Silvia Saito, referências nos estudos de riscos e desastres. A live será feita pelo canal do @georiscoufrn, pelo YouTube, e contará com a presença do pesquisador Francisco Mendonça, geógrafo e climatologista de renome internacional, que prefaciou o livro.</p>



<p>O livro contribui para diminuir uma lacuna histórica sobre a necessidade de discutirmos os riscos de desastres (e não somente os desastres), buscando destacar o papel da prevenção em contraponto à remediação dos impactos dos desastres no Brasil. Além disso, permite avançar na construção de uma cultura preventiva, tão necessária em tempos de intensificação de eventos climáticos extremos.</p>



<p>Lançado em meio à realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-30, realizada pela primeira vez no nosso País, a proposta é oferecer subsídios para qualificação acadêmica, técnica e política sobre a construção social, territorial e ambiental dos riscos de desastres, levando-se em conta a realidade brasileira. “O livro não é apenas volumoso (são quase 800 páginas) em textos acadêmicos e técnicos, mas também traz uma variedade gráfica (fotos, mapas, imagens) que contribui para a compreensão mais robusta sobre a complexidade dos riscos e desastres”, pontua Almeida, um dos organizadores.</p>



<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>



<p>O que? Lançamento do livro “Indicadores de riscos de desastres no Brasil&#8221; (Editora da UFRN)</p>



<p>Quando? Dia 19/11/2025, às 14 horas</p>



<p>Onde? Canal do Georisco no YouTube (@georiscoufrn)</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>UFRN realiza lançamento do Plano Municipal de Redução de Risco de Natal</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2025/08/18/ufrn-realiza-lancamento-do-plano-municipal-de-reducao-de-risco-de-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloisa Beling Loose]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 23:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1128</guid>

					<description><![CDATA[“Um marco histórico para Natal”, afirma o especialista em redução de riscos de desastres Lutiane Almeida. Após 18 meses de trabalho coletivo e interinstitucional, será lançado o Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) da capital potiguar. O evento ocorre no dia 28 de agosto, das 8h30 às 11h, no Auditório A do Centro de Ciências Exatas e da Terra&#160; (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O objetivo é apresentar os principais resultados da iniciativa, impulsionada pelo governo federal para lidar com os riscos de desastres nas cidades brasileiras. “É um momento para comemorar a finalização desse trabalho realizado em colaboração com o governo federal, a UFRN, a prefeitura de Natal e, sobretudo, as comunidades em risco da cidade”, afirma Almeida, coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco e do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Desastres (NUPED), que liderou a elaboração do&#160;PMRR&#160;de Natal. Na ocasião, estarão presentes representantes da UFRN, Prefeitura Municipal de Natal, Defesa Civil e da Secretaria Nacional das Periferias, do Ministério das Cidades,&#160;instituições que, em parceria com as comunidades que moram em áreas de risco, produziram o documento que orientará decisões mais efetivas para reduzir os riscos de desastres na capital. Também foram convidados representantes da Defesa Civil Estadual e do Ministério Público, atores importantes para a gestão de riscos. Estratégias para tornar Natal mais resiliente Durante a elaboração do PMRR, 13 localidades de Natal foram mapeadas, sendo nove delas consideradas mais vulneráveis, o que demanda monitoramento permanente da Prefeitura. Dos 88 setores de riscos mapeados (variando entre risco baixo e risco muito alto), 71,1% estão expostos a inundações e alagamentos, enquanto 28,9% estão expostos a &#160;movimentos do solo, como deslizamentos. Esse diagnóstico permite a proposição de intervenções estruturais específicas para o caso de cada localidade, mas também soluções comuns, que auxiliarão na redução de riscos da cidade. Almeida destaca três medidas do&#160;PMRR&#160;que tendem a melhorar o sistema de drenagem para evitar inundações e alagamentos: 1) desobstrução de rede de microdrenagem por sucção; 2) instalação de bueiros ecológicos inteligentes; e 3) vídeo para inspeção robotizada da rede de drenagem e manutenções corretivas. Essas e outras propostas buscam fortalecer o trabalho de gestão de riscos e desastres em diferentes frentes de atuação, visando não apenas a resposta eficiente ao desastre, mas a implementação de ações preventivas, de mitigação, preparação e recuperação. Serviço: O que? Lançamento do&#160;PMRR&#160;de Natal Quando? 28 de agosto, a partir das 8h30 Onde? Anfiteatro A do Centro de Ciências Exatas e da Terra&#160; (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) &#8211; Av.&#160;Senador Salgado Filho, 3000 – Bairro: Lagoa Nova Crédito da imagem: Igor Justino]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="510" height="286" src="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-19-at-08.55.14-3.jpeg" alt="" class="wp-image-1138" style="width:800px;height:auto" srcset="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-19-at-08.55.14-3.jpeg 510w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-19-at-08.55.14-3-300x168.jpeg 300w" sizes="(max-width: 510px) 100vw, 510px" /></figure>



<p>“Um marco histórico para Natal”, afirma o especialista em redução de riscos de desastres Lutiane Almeida. Após 18 meses de trabalho coletivo e interinstitucional, será lançado o Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) da capital potiguar. O evento ocorre no dia 28 de agosto, das 8h30 às 11h, no Auditório A do Centro de Ciências Exatas e da Terra&nbsp; (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O objetivo é apresentar os principais resultados da iniciativa, impulsionada pelo governo federal para lidar com os riscos de desastres nas cidades brasileiras.</p>



<p>“É um momento para comemorar a finalização desse trabalho realizado em colaboração com o governo federal, a UFRN, a prefeitura de Natal e, sobretudo, as comunidades em risco da cidade”, afirma Almeida, coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco e do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Desastres (NUPED), que liderou a elaboração do&nbsp;PMRR&nbsp;de Natal.</p>



<p>Na ocasião, estarão presentes representantes da UFRN, Prefeitura Municipal de Natal, Defesa Civil e da Secretaria Nacional das Periferias, do Ministério das Cidades,&nbsp;instituições que, em parceria com as comunidades que moram em áreas de risco, produziram o documento que orientará decisões mais efetivas para reduzir os riscos de desastres na capital. Também foram convidados representantes da Defesa Civil Estadual e do Ministério Público, atores importantes para a gestão de riscos.</p>



<p><strong><em>Estratégias para tornar Natal mais resiliente</em></strong></p>



<p>Durante a elaboração do PMRR, 13 localidades de Natal foram mapeadas, sendo nove delas consideradas mais vulneráveis, o que demanda monitoramento permanente da Prefeitura. Dos 88 setores de riscos mapeados (variando entre risco baixo e risco muito alto), 71,1% estão expostos a inundações e alagamentos, enquanto 28,9% estão expostos a &nbsp;movimentos do solo, como deslizamentos.</p>



<p>Esse diagnóstico permite a proposição de intervenções estruturais específicas para o caso de cada localidade, mas também soluções comuns, que auxiliarão na redução de riscos da cidade.</p>



<p>Almeida destaca três medidas do&nbsp;PMRR&nbsp;que tendem a melhorar o sistema de drenagem para evitar inundações e alagamentos: 1) desobstrução de rede de microdrenagem por sucção; 2) instalação de bueiros ecológicos inteligentes; e 3) vídeo para inspeção robotizada da rede de drenagem e manutenções corretivas.</p>



<p>Essas e outras propostas buscam fortalecer o trabalho de gestão de riscos e desastres em diferentes frentes de atuação, visando não apenas a resposta eficiente ao desastre, mas a implementação de ações preventivas, de mitigação, preparação e recuperação.</p>



<p><strong>Serviço:</strong></p>



<p>O que? Lançamento do&nbsp;PMRR&nbsp;de Natal</p>



<p>Quando? 28 de agosto, a partir das 8h30</p>



<p>Onde? Anfiteatro A do Centro de Ciências Exatas e da Terra&nbsp; (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) &#8211; Av.&nbsp;Senador Salgado Filho, 3000 – Bairro: Lagoa Nova</p>



<p>Crédito da imagem: Igor Justino</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Após 18 meses de trabalho, Plano Municipal de Redução de Risco de Natal é apresentado para a comunidade</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2025/08/06/apos-18-meses-de-trabalho-plano-municipal-de-reducao-de-risco-de-natal-e-apresentado-para-a-comunidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[georisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 19:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Georisco]]></category>
		<category><![CDATA[RRD]]></category>
		<category><![CDATA[PMRR]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1120</guid>

					<description><![CDATA[O evento acontece no dia 28 de agosto, no Anfiteatro A do CCET da UFRN Uma oportunidade para promover a ampliação da cultura de risco em Natal. No dia 28 de agosto, das 8h30 às 11h, no Auditório A do Centro de Ciências Exatas e da Terra&#160; (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), serão apresentados os principais resultados do Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) de Natal. Essa é uma estratégia impulsionada pelo governo federal para lidar com riscos de desastres nas cidades brasileiras. “O evento busca tornar público os resultados do plano, estabelecendo um marco histórico para Natal com a existência de um plano robusto de redução de risco de desastre, e comemorar a finalização desse trabalho realizado em colaboração com o governo federal, a UFRN, a prefeitura de Natal e, sobretudo, as comunidades em risco da cidade”, afirma Lutiane Almeida, coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco e do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Desastres (NUPED), que liderou a elaboração do PMRR de Natal. Na ocasião, estarão presentes representantes da UFRN, Prefeitura Municipal de Natal, Defesa Civil e da Secretaria Nacional das Periferias, do Ministério das Cidades, instituições que, em parceria com as comunidades que moram em áreas de risco, produziram o documento que orientará decisões mais efetivas para reduzir os riscos de desastres na capital. Também foram convidados representantes da Defesa Civil Estadual e do Ministério Público, atores importantes para a gestão de riscos. Um diagnóstico para evitar riscos e desastres Durante os 18 meses de trabalho coletivo para construção do PMRR, 13 localidades de Natal foram mapeadas, sendo nove delas consideradas mais vulneráveis, o que demanda monitoramento permanente da Prefeitura. Dos 88 setores de riscos mapeados (variando entre risco baixo e risco muito alto), 71,1% estão expostos a inundações e alagamentos, enquanto 28,9% estão expostos a &#160;movimentos do solo, como deslizamentos. O estudo estimou que, nesses setores, 9.604 pessoas e 3.548 edificações estão vulneráveis e expostas a esses processos. As informações completas sobre os achados do estudo já foram entregues aos gestores públicos e também serão discutidos com a comunidade em audiência pública. As informações permitem propor intervenções estruturais específicas para o caso de cada localidade, mas também soluções comuns, que auxiliarão na redução de riscos da cidade. Almeida destaca três medidas do PMRR que tendem a melhorar o sistema de drenagem para evitar inundações e alagamentos: 1) desobstrução de rede de microdrenagem por sucção; 2) instalação de bueiros ecológicos inteligentes; e 3) vídeo para inspeção robotizada da rede de drenagem e manutenções corretivas. Alternativas mais sustentáveis, chamadas soluções baseadas na natureza, também foram listadas, assim como medidas não estruturais, que não exigem obras de engenharia. Tais propostas buscam fortalecer o trabalho de gestão de riscos e desastres em diferentes frentes de atuação, visando não apenas a resposta eficiente ao desastre, mas a implementação de ações preventivas, de mitigação, preparação e recuperação de maneira integrada e coordenada entre os diferentes níveis de governo e a sociedade, conforme consta no documento. O que? Lançamento do PMRR de Natal Quando? 28 de agosto, a partir das 8h30 Onde? Anfiteatro A do Centro de Ciências Exatas e da Terra&#160; (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) &#8211; Av.&#160;Senador Salgado Filho, 3000 – Bairro: Lagoa Nova Contato para mais informações: Lutiane Almeida – (84) 9903-1863]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O evento acontece no dia 28 de agosto, no Anfiteatro A do CCET da UFRN</em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="538" height="693" src="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/08/pmrr.jpg" alt="" class="wp-image-1169" srcset="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/08/pmrr.jpg 538w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/08/pmrr-233x300.jpg 233w" sizes="(max-width: 538px) 100vw, 538px" /></figure>



<p>Uma oportunidade para promover a ampliação da cultura de risco em Natal. No dia 28 de agosto, das 8h30 às 11h, no Auditório A do Centro de Ciências Exatas e da Terra&nbsp; (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), serão apresentados os principais resultados do Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) de Natal. Essa é uma estratégia impulsionada pelo governo federal para lidar com riscos de desastres nas cidades brasileiras.</p>



<p>“O evento busca tornar público os resultados do plano, estabelecendo um marco histórico para Natal com a existência de um plano robusto de redução de risco de desastre, e comemorar a finalização desse trabalho realizado em colaboração com o governo federal, a UFRN, a prefeitura de Natal e, sobretudo, as comunidades em risco da cidade”, afirma Lutiane Almeida, coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco e do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Desastres (NUPED), que liderou a elaboração do PMRR de Natal.</p>



<p>Na ocasião, estarão presentes representantes da UFRN, Prefeitura Municipal de Natal, Defesa Civil e da Secretaria Nacional das Periferias, do Ministério das Cidades, instituições que, em parceria com as comunidades que moram em áreas de risco, produziram o documento que orientará decisões mais efetivas para reduzir os riscos de desastres na capital. Também foram convidados representantes da Defesa Civil Estadual e do Ministério Público, atores importantes para a gestão de riscos.</p>



<p><strong>Um diagnóstico para evitar riscos e desastres</strong></p>



<p>Durante os 18 meses de trabalho coletivo para construção do PMRR, 13 localidades de Natal foram mapeadas, sendo nove delas consideradas mais vulneráveis, o que demanda monitoramento permanente da Prefeitura.</p>



<p>Dos 88 setores de riscos mapeados (variando entre risco baixo e risco muito alto), 71,1% estão expostos a inundações e alagamentos, enquanto 28,9% estão expostos a &nbsp;movimentos do solo, como deslizamentos. O estudo estimou que, nesses setores, 9.604 pessoas e 3.548 edificações estão vulneráveis e expostas a esses processos.</p>



<p>As informações completas sobre os achados do estudo já foram entregues aos gestores públicos e também serão discutidos com a comunidade em audiência pública. As informações permitem propor intervenções estruturais específicas para o caso de cada localidade, mas também soluções comuns, que auxiliarão na redução de riscos da cidade.</p>



<p>Almeida destaca três medidas do PMRR que tendem a melhorar o sistema de drenagem para evitar inundações e alagamentos: 1) desobstrução de rede de microdrenagem por sucção; 2) instalação de bueiros ecológicos inteligentes; e 3) vídeo para inspeção robotizada da rede de drenagem e manutenções corretivas. Alternativas mais sustentáveis, chamadas soluções baseadas na natureza, também foram listadas, assim como medidas não estruturais, que não exigem obras de engenharia.</p>



<p>Tais propostas buscam fortalecer o trabalho de gestão de riscos e desastres em diferentes frentes de atuação, visando não apenas a resposta eficiente ao desastre, mas a implementação de ações preventivas, de mitigação, preparação e recuperação de maneira integrada e coordenada entre os diferentes níveis de governo e a sociedade, conforme consta no documento.</p>



<p></p>



<p>O que? Lançamento do PMRR de Natal</p>



<p>Quando? 28 de agosto, a partir das 8h30</p>



<p>Onde? Anfiteatro A do Centro de Ciências Exatas e da Terra&nbsp; (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) &#8211; Av.&nbsp;Senador Salgado Filho, 3000 – Bairro: Lagoa Nova</p>



<p></p>



<p><strong>Contato para mais informações:</strong></p>



<p>Lutiane Almeida – (84) 9903-1863</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Georisco integra rede de pesquisa ibero-americana de multirriscos contemplada com financiamento da Espanha</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2025/06/30/georisco-integra-rede-de-pesquisa-ibero-americana-de-multirriscos-contemplada-com-financiamento-da-espanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloisa Beling Loose]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 18:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Georisco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1101</guid>

					<description><![CDATA[O Grupo de Pesquisa Georisco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio da rede de pesquisa ibero-americana de multirriscos, foi contemplado em programa do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), a maior instituição pública espanhola dedicada à pesquisa científica e uma das mais importantes da Europa. O projeto estudará os riscos sistêmicos em assentamentos humanos no contexto das mudanças climáticas. Segundo o coordenador do Georisco, Lutiane Almeida, a proposta promove a integração e internacionalização do trabalho científico que já é realizado na UFRN há mais de uma década. “Nossa proposta é contribuir para uma melhor compreensão sobre o impacto de perigos relacionados às mudanças climáticas, como ondas de calor, inundações e ventos extremos, em diferentes tipos de assentamentos humanos, desde áreas rurais em processo de despovoamento até áreas urbanas com crescimento populacional”, destaca Almeida. Este projeto internacional inicia em setembro deste ano e terá duração de três anos, com cerca de 37 mil euros destinados ao custeio de passagens e diárias para os cientistas da rede realizarem missões de pesquisa. A equipe do projeto levará em consideração tanto a vulnerabilidade física do ambiente quanto a vulnerabilidade social das pessoas que ali residem. Três estudos de caso estão previstos nos países que fazem parte da rede: Espanha, Portugal, Brasil, México e Chile. A proposta do projeto é bem-vinda porque a intersecção entre multi-ameaças e vulnerabilidades, como parte de uma compreensão mais integrada do risco, ainda é pouco investigada. “Integrar esse aspecto pode ajudar a identificar áreas prioritárias onde ações de mitigação devem ser consideradas, além de informar formuladores de políticas públicas e gestores de emergências para preparar medidas de resposta e intervenções específicas em áreas urbanas”, ressalta o professor da UFRN. A colaboração também busca engajar as comunidades locais em ações antes e depois do desastre, por meio do incentivo à participação e coprodução de conhecimento. Isso permite apoiar o fortalecimento de capacidades comunitárias. “Serão desenvolvidos treinamentos e oficinas que possibilitem às comunidades compartilhar dados, coordenar atividades, comparar estratégias de preparação e participar de um modelo colaborativo e baseado em incentivos para a resiliência a desastres”, afirma Almeida. A rede de pesquisa ibero-americana de multirriscos é coordenada por Tiago Ferreira, professor da Universidade de Lisboa (Portugal), Nuria Chiara Palazzi, professora da Universidad Andrés Bello (Chile), Adrià Sánchez Calvillo, pós-doutorando da Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo (México), e Lutiane Almeida, professor da UFRN (Brasil). Para acompanhar os próximos passos desse projeto, siga a página no Instagram do Georisco: https://www.instagram.com/georiscoufrn/.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="861" src="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2024/09/D7DF3A9A-FD6A-4B0C-AC40-9663FB07CFB4-1024x861.jpeg" alt="" class="wp-image-1067" srcset="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2024/09/D7DF3A9A-FD6A-4B0C-AC40-9663FB07CFB4-1024x861.jpeg 1024w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2024/09/D7DF3A9A-FD6A-4B0C-AC40-9663FB07CFB4-300x252.jpeg 300w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2024/09/D7DF3A9A-FD6A-4B0C-AC40-9663FB07CFB4-768x646.jpeg 768w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2024/09/D7DF3A9A-FD6A-4B0C-AC40-9663FB07CFB4.jpeg 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Oficina comunitária com moradores do bairro de Mãe Luiza/ Grupo de Pesquisa Georisco</figcaption></figure>



<p>O Grupo de Pesquisa Georisco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio da rede de pesquisa ibero-americana de multirriscos, foi contemplado em programa do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), a maior instituição pública espanhola dedicada à pesquisa científica e uma das mais importantes da Europa. O projeto estudará os riscos sistêmicos em assentamentos humanos no contexto das mudanças climáticas.</p>



<p>Segundo o coordenador do Georisco, Lutiane Almeida, a proposta promove a integração e internacionalização do trabalho científico que já é realizado na UFRN há mais de uma década. “Nossa proposta é contribuir para uma melhor compreensão sobre o impacto de perigos relacionados às mudanças climáticas, como ondas de calor, inundações e ventos extremos, em diferentes tipos de assentamentos humanos, desde áreas rurais em processo de despovoamento até áreas urbanas com crescimento populacional”, destaca Almeida.</p>



<p>Este projeto internacional inicia em setembro deste ano e terá duração de três anos, com cerca de 37 mil euros destinados ao custeio de passagens e diárias para os cientistas da rede realizarem missões de pesquisa. A equipe do projeto levará em consideração tanto a vulnerabilidade física do ambiente quanto a vulnerabilidade social das pessoas que ali residem. Três estudos de caso estão previstos nos países que fazem parte da rede: Espanha, Portugal, Brasil, México e Chile.</p>



<p>A proposta do projeto é bem-vinda porque a intersecção entre multi-ameaças e vulnerabilidades, como parte de uma compreensão mais integrada do risco, ainda é pouco investigada. “Integrar esse aspecto pode ajudar a identificar áreas prioritárias onde ações de mitigação devem ser consideradas, além de informar formuladores de políticas públicas e gestores de emergências para preparar medidas de resposta e intervenções específicas em áreas urbanas”, ressalta o professor da UFRN.</p>



<p>A colaboração também busca engajar as comunidades locais em ações antes e depois do desastre, por meio do incentivo à participação e coprodução de conhecimento. Isso permite apoiar o fortalecimento de capacidades comunitárias. “Serão desenvolvidos treinamentos e oficinas que possibilitem às comunidades compartilhar dados, coordenar atividades, comparar estratégias de preparação e participar de um modelo colaborativo e baseado em incentivos para a resiliência a desastres”, afirma Almeida.</p>



<p>A rede de pesquisa ibero-americana de multirriscos é coordenada por Tiago Ferreira, professor da Universidade de Lisboa (Portugal), Nuria Chiara Palazzi, professora da Universidad Andrés Bello (Chile), Adrià Sánchez Calvillo, pós-doutorando da Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo (México), e Lutiane Almeida, professor da UFRN (Brasil). Para acompanhar os próximos passos desse projeto, siga a página no Instagram do Georisco: https://www.instagram.com/georiscoufrn/.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto Multirrisco promove Diálogos Interdisciplinares sobre Participação Social em contextos de Riscos e Desastres</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2025/06/23/projeto-multirrisco-promove-dialogos-interdisciplinares-sobre-participacao-social-em-contextos-de-riscos-e-desastres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloisa Beling Loose]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 18:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1103</guid>

					<description><![CDATA[A equipe de pesquisadores do Projeto Multirrisco está, nesta etapa, divida em dois Grupos de Trabalho (GTs). O GT2 está discutindo os limites e potencialidades das metodologias participativas. Para avançar neste debate, surgiu a ideia de promover Diálogos Interdisciplinares sobre Participação Social em contextos de Riscos e Desastres, trazendo especialistas de diferentes áreas do conhecimento. No dia 30 de abril recebemos os professores e pesquisadores Marcelo Kunrath Silva e Cicilia Maria Krohling Peruzzo, que destacaram os graus e formas de participação social. No dia 9 de junho, o foco foi a comunicação e a educação em contextos de riscos e desastres, entendendo que essas são áreas que atravessam a perspectiva da participação. Estiveram presentes as pesquisadoras Débora Olivato e Thaís Brianezi. O último encontro, no dia 23 de junho, contou com as contribuições dos pesquisadores Marcio Simeone Henriques e Rejane Lucena, que apresentaram aspectos da mobilização social. As lives foram gravadas e os vídeos estão disponíveis na página do YouTube do Georisco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="521" src="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-15-at-17.11.26-1.jpeg" alt="" class="wp-image-1105" srcset="https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-15-at-17.11.26-1.jpeg 1024w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-15-at-17.11.26-1-300x153.jpeg 300w, https://georisco.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-15-at-17.11.26-1-768x391.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A equipe de pesquisadores do Projeto Multirrisco está, nesta etapa, divida em dois Grupos de Trabalho (GTs). O GT2 está discutindo os limites e potencialidades das metodologias participativas.</p>



<p>Para avançar neste debate, surgiu a ideia de promover Diálogos Interdisciplinares sobre Participação Social em contextos de Riscos e Desastres, trazendo especialistas de diferentes áreas do conhecimento.</p>



<p>No dia 30 de abril recebemos os professores e pesquisadores Marcelo Kunrath Silva e Cicilia Maria Krohling Peruzzo, que destacaram os graus e formas de participação social.</p>



<p>No dia 9 de junho,  o foco foi a comunicação e a educação em contextos de riscos e desastres, entendendo que essas são áreas que atravessam a perspectiva da participação. Estiveram presentes as pesquisadoras Débora Olivato e Thaís Brianezi.</p>



<p>O último encontro, no dia 23 de junho, contou com as contribuições dos pesquisadores Marcio Simeone Henriques e Rejane Lucena, que apresentaram aspectos da mobilização social.</p>



<p>As lives foram gravadas e os vídeos estão disponíveis na página do YouTube do Georisco.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alerta sobre os riscos das praias potiguares</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2025/01/20/alerta-sobre-os-riscos-das-praias-potiguares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloisa Beling Loose]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 19:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RRD]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1083</guid>

					<description><![CDATA[Lutiane Queiroz de Almeida, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco Com o calor intenso típico do verão no hemisfério sul, as praias do Rio Grande do Norte tornam-se refúgios para banhistas locais e turistas. No entanto, esses espaços de lazer também carregam perigos, como&#160;afogamentos, que podem estar relacionados às correntes de retorno &#8211; uma das principais causas de acidentes fatais no litoral potiguar. Um estudo recente conduzido por pesquisadores do Grupo de Pesquisa Georisco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), trouxe dados alarmantes sobre o tema. A pesquisa revela que as praias urbanas de Natal, como Ponta Negra e Areia Preta, concentram o maior número de ocorrências de&#160;afogamentos&#160;e resgates, especialmente em áreas próximas a espigões e barreiras artificiais que favorecem a formação de correntes de retorno. Esses fenômenos ocorrem quando a água das ondas que se dissipam na praia retorna para o mar de forma concentrada, criando zonas de forte arrasto que surpreendem até nadadores experientes. Os dados levantados entre 2017 e 2021 mostram 411 casos de resgates relacionados a essas correntes, com 38 óbitos registrados. Em 2025, o Corpo de Bombeiros Militar do RN já resgatou 25 pessoas em situações de&#160;afogamento, mas infelizmente duas mortes foram confirmadas até o momento. Além do desconhecimento sobre as características das correntes de retorno, fatores como o consumo de bebidas alcoólicas e a superlotação das praias no verão agravam os riscos. &#8220;O desconhecimento e a falta de percepção de perigo tornam as correntes de retorno ainda mais letais&#8221;, alerta o estudo, que enfatiza a necessidade de sinalização eficiente e a presença constante de guarda-vidas. Os dados são fruto do trabalho de conclusão de curso de José Luiz Pessoa Maia, bombeiro militar do RN, orientado pelo professor Lutiane Almeida. Foco na educação preventivaNo contexto do verão, a Operação Verão intensifica ações preventivas, como a distribuição de materiais educativos, blitz de conscientização e o reforço no número de guarda-vidas em praias movimentadas. Também iniciativas como o projeto “Surfe Salva” têm treinado surfistas para auxiliar em resgates, aumentando a eficácia do atendimento. Para os especialistas, a educação da população é essencial. &#8220;Entender a dinâmica das praias, reconhecer áreas de risco e respeitar as orientações são medidas simples que podem salvar vidas&#8221;, aponta o artigo. Recomendações aos banhistasAo frequentar o litoral, os banhistas devem observar sinalizações, evitar áreas aparentemente calmas (que podem esconder correntes de retorno) e evitar o consumo excessivo de álcool antes de entrar no mar. É importante que haja supervisão e uso de boias em crianças, atentando-se sempre para áreas identificadas como seguras e sob a observação de guarda-vidas. Com praias mundialmente conhecidas, o Rio Grande do Norte é um destino privilegiado para o verão. No entanto, para garantir que as memórias sejam apenas de alegria, é fundamental aliar diversão à segurança. Para ler o texto na íntegra, acesse: https://impactum-journals.uc.pt/territorium/article/view/13781.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lutiane Queiroz de Almeida, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e coordenador do Grupo de Pesquisa Georisco</p>



<p><br>Com o calor intenso típico do verão no hemisfério sul, as praias do Rio Grande do Norte tornam-se refúgios para banhistas locais e turistas. No entanto, esses espaços de lazer também carregam perigos, como&nbsp;afogamentos, que podem estar relacionados às correntes de retorno &#8211; uma das principais causas de acidentes fatais no litoral potiguar.</p>



<p>Um estudo recente conduzido por pesquisadores do Grupo de Pesquisa Georisco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), trouxe dados alarmantes sobre o tema. A pesquisa revela que as praias urbanas de Natal, como Ponta Negra e Areia Preta, concentram o maior número de ocorrências de&nbsp;afogamentos&nbsp;e resgates, especialmente em áreas próximas a espigões e barreiras artificiais que favorecem a formação de correntes de retorno. Esses fenômenos ocorrem quando a água das ondas que se dissipam na praia retorna para o mar de forma concentrada, criando zonas de forte arrasto que surpreendem até nadadores experientes.</p>



<p>Os dados levantados entre 2017 e 2021 mostram 411 casos de resgates relacionados a essas correntes, com 38 óbitos registrados. Em 2025, o Corpo de Bombeiros Militar do RN já resgatou 25 pessoas em situações de&nbsp;afogamento, mas infelizmente duas mortes foram confirmadas até o momento.</p>



<p>Além do desconhecimento sobre as características das correntes de retorno, fatores como o consumo de bebidas alcoólicas e a superlotação das praias no verão agravam os riscos. &#8220;O desconhecimento e a falta de percepção de perigo tornam as correntes de retorno ainda mais letais&#8221;, alerta o estudo, que enfatiza a necessidade de sinalização eficiente e a presença constante de guarda-vidas.</p>



<p>Os dados são fruto do trabalho de conclusão de curso de José Luiz Pessoa Maia, bombeiro militar do RN, orientado pelo professor Lutiane Almeida.</p>



<p><br><strong>Foco na educação preventiva</strong><br>No contexto do verão, a Operação Verão intensifica ações preventivas, como a distribuição de materiais educativos, blitz de conscientização e o reforço no número de guarda-vidas em praias movimentadas. Também iniciativas como o projeto “Surfe Salva” têm treinado surfistas para auxiliar em resgates, aumentando a eficácia do atendimento.</p>



<p>Para os especialistas, a educação da população é essencial. &#8220;Entender a dinâmica das praias, reconhecer áreas de risco e respeitar as orientações são medidas simples que podem salvar vidas&#8221;, aponta o artigo.</p>



<p><br><strong>Recomendações aos banhistas</strong><br>Ao frequentar o litoral, os banhistas devem observar sinalizações, evitar áreas aparentemente calmas (que podem esconder correntes de retorno) e evitar o consumo excessivo de álcool antes de entrar no mar. É importante que haja supervisão e uso de boias em crianças, atentando-se sempre para áreas identificadas como seguras e sob a observação de guarda-vidas.</p>



<p>Com praias mundialmente conhecidas, o Rio Grande do Norte é um destino privilegiado para o verão. No entanto, para garantir que as memórias sejam apenas de alegria, é fundamental aliar diversão à segurança.</p>



<p>Para ler o texto na íntegra, acesse: <a href="https://impactum-journals.uc.pt/territorium/article/view/13781" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://impactum-journals.uc.pt/territorium/article/view/13781</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudantes de Geografia visitam territórios do Nordeste a fim ampliar o olhar sobre as práticas profissionais</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2024/12/10/estudantes-da-geografia-visitam-territorios-do-nordeste-a-fim-ampliar-o-olhar-sobre-as-praticas-profissionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloisa Beling Loose]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 17:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Georisco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1079</guid>

					<description><![CDATA[Uma semana inteira para treinar a perspectiva geográfica. Esse foi o objetivo da visita técnica realizada pelos estudantes do curso de Geografia da UFRN, sob a orientações dos professores Lutiane Queiroz de Almeida e Francisco Jablinski Castelhano. A atividade proporcionou diferentes aprendizados, envolvendo ensino, pesquisa e extensão, em seis dias de intensa programação. No último dia 29, o ônibus da UFRN partiu em direção à Natal, a fim de mostrar e discutir com a turma os impactos derivados da exploração de sal-gema. A visita foi acompanhada por membros da Defesa Civil de Maceió e pela professora Nivaneide Alves da Universidade Federal de Alagoas, conhecedores das questões locais. O estudante Eduardo Teixeira conta o que sentiu ao conhecer as regiões afundadas: “Embora o campo tenha sido bastante enriquecedor e animador no sentido da observação, o cenário se mostrou bastante sensível, pois, quando consideramos toda problemática ambiental e as consequências que esse desastre trouxe e ainda traz à população, fica em evidência o longo caminho que se tem pela frente para mitigar os danos causados pela empresa”. O grupo seguiu viagem para conhecer a Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso, no estado da Bahia e, em seguida, o Canyon Rio São Francisco, em Alagoas. Esses momentos permitiram que os estudantes colocassem em prática técnicas de pesquisa em Geografia Física, identificando formações geológicas, formas de relevo e tipos de vegetação nos monumentos paisagísticos que fazem parte dos territórios visitados. A visita se estendeu até Canudos, onde houve contato com as locações da guerra de Canudos e o Raso da Catarina, uma região seca e semiárida da Caatinga. A proposta foi de correlacionar a geografia física com as outras áreas de conhecimento, ensinando na prática como é possível trabalhar a geografia de uma forma sistemática e interdisciplinar, destaca Vinicius Germano, quem também participou da experiência. No dia 4, a turma retornou com uma série de experiências e entendimentos novos, ofertadas pelo contato com a realidade. “Adquirimos tantos conhecimentos e vivências que auxiliaram na modelação da geografia dentro de cada estudante de licenciatura”, finaliza Fátima Gonçalves. Crédito da imagem: Divulgação/Lutiane Almeida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma semana inteira para treinar a perspectiva geográfica. Esse foi o objetivo da visita técnica realizada pelos estudantes do curso de Geografia da UFRN, sob a orientações dos professores Lutiane Queiroz de Almeida e Francisco Jablinski Castelhano. A atividade proporcionou diferentes aprendizados, envolvendo ensino, pesquisa e extensão, em seis dias de intensa programação.</p>



<p>No último dia 29, o ônibus da UFRN partiu em direção à Natal, a fim de mostrar e discutir com a turma os impactos derivados da exploração de sal-gema. A visita foi acompanhada por membros da Defesa Civil de Maceió e pela professora Nivaneide Alves da Universidade Federal de Alagoas, conhecedores das questões locais. O estudante Eduardo Teixeira conta o que sentiu ao conhecer as regiões afundadas: “Embora o campo tenha sido bastante enriquecedor e animador no sentido da observação, o cenário se mostrou bastante sensível, pois, quando consideramos toda problemática ambiental e as consequências que esse desastre trouxe e ainda traz à população, fica em evidência o longo caminho que se tem pela frente para mitigar os danos causados pela empresa”.</p>



<p>O grupo seguiu viagem para conhecer a Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso, no estado da Bahia e, em seguida, o Canyon Rio São Francisco, em Alagoas. Esses momentos permitiram que os estudantes colocassem em prática técnicas de pesquisa em Geografia Física, identificando formações geológicas, formas de relevo e tipos de vegetação nos monumentos paisagísticos que fazem parte dos territórios visitados.</p>



<p>A visita se estendeu até Canudos, onde houve contato com as locações da guerra de Canudos e o Raso da Catarina, uma região seca e semiárida da Caatinga. A proposta foi de correlacionar a geografia física com as outras áreas de conhecimento, ensinando na prática como é possível trabalhar a geografia de uma forma sistemática e interdisciplinar, destaca Vinicius Germano, quem também participou da experiência.</p>



<p>No dia 4, a turma retornou com uma série de experiências e entendimentos novos, ofertadas pelo contato com a realidade. “Adquirimos tantos conhecimentos e vivências que auxiliaram na modelação da geografia dentro de cada estudante de licenciatura”, finaliza Fátima Gonçalves.</p>



<p>Crédito da imagem: Divulgação/Lutiane Almeida</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Georisco marca presença em eventos na UFPB</title>
		<link>https://georisco.ufrn.br/2024/10/30/georisco-marca-presenca-em-eventos-na-ufpb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloisa Beling Loose]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 19:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Georisco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://georisco.ufrn.br/?p=1076</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisadores do Grupo de Pesquisa Georisco participaram de 21 a 27 de outubro do XX SBGFA &#8211; Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada e IV ELAAGFA &#8211; Encontro Luso-Afro-Americano de Geografia Física e Ambiente,  eventos sediados na UFPB, em João Pessoa. Os participantes tiveram a oportunidade de&#160;apresentar os resultados de seus trabalhos de pesquisa, discuti-los com seus pares e, com isso, estabelecer uma avaliação crítica da sua produção, assim como participar de palestras, workshops e mesas redondas.&#160;&#160; O coordenador do Georisco, Lutiane Almeida, foi convidado para a mesa-redonda &#8220;Mapeamento, Modelagens e Sistemas de Indicadores de Riscos de Desastres no Brasil&#8221;, na qual compartilhou algumas experiências iniciais do PMRR Natal e a produção de mapeamento de risco. Já&#160;o pesquisador Anderson Geová apresentou dois trabalhos. O primeiro, intitulado &#8220;Banco de dados e sistemas de informações geográficas sobre desastres na cidade de Natal/RN (Brasil) entre os anos de 2017 &#8211; 2022&#8221;, foi elaborado a partir do trabalho de conclusão de curso da pesquisadora Mariana Costa. O segundo, denominado &#8220;Abordando as multiameaças e o multirriscos: workshops como ferramentas de construção teórica-metodológica&#8221;, foi construído em conjunto com a equipe do Projeto Multirrisco, composto por pesquisadores da UFRN, UFABC, UFRGS e Cemaden. Após as apresentações, houve um momento de devolutivas dos avaliadores quanto aos trabalhos, assim como uma ampla discussão por partes dos presentes. Os trabalhos apresentados por Geová estão disponíveis para consulta nas revistas &#8220;ARQ.URB&#8221; e &#8220;Ecologias Humanas&#8221;.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisadores do Grupo de Pesquisa Georisco participaram de 21 a 27 de outubro do XX SBGFA &#8211; Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada e IV ELAAGFA &#8211; Encontro Luso-Afro-Americano de Geografia Física e Ambiente,  eventos sediados na UFPB, em João Pessoa.</p>



<p>Os participantes tiveram a oportunidade de&nbsp;apresentar os resultados de seus trabalhos de pesquisa, discuti-los com seus pares e, com isso, estabelecer uma avaliação crítica da sua produção, assim como participar de palestras, workshops e mesas redondas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O coordenador do Georisco, Lutiane Almeida, foi convidado para a mesa-redonda &#8220;Mapeamento, Modelagens e Sistemas de Indicadores de Riscos de Desastres no Brasil&#8221;, na qual compartilhou algumas experiências iniciais do PMRR Natal e a produção de mapeamento de risco.</p>



<p>Já&nbsp;o pesquisador Anderson Geová apresentou dois trabalhos. O primeiro, intitulado &#8220;Banco de dados e sistemas de informações geográficas sobre desastres na cidade de Natal/RN (Brasil) entre os anos de 2017 &#8211; 2022&#8221;, foi elaborado a partir do trabalho de conclusão de curso da pesquisadora Mariana Costa.</p>



<p>O segundo, denominado &#8220;Abordando as multiameaças e o multirriscos: workshops como ferramentas de construção teórica-metodológica&#8221;, foi construído em conjunto com a equipe do Projeto Multirrisco, composto por pesquisadores da UFRN, UFABC, UFRGS e Cemaden.</p>



<p>Após as apresentações, houve um momento de devolutivas dos avaliadores quanto aos trabalhos, assim como uma ampla discussão por partes dos presentes. Os trabalhos apresentados por Geová estão disponíveis para consulta nas revistas &#8220;ARQ.URB&#8221; e &#8220;Ecologias Humanas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin


Served from: georisco.ufrn.br @ 2026-04-20 12:28:45 by W3 Total Cache
-->